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quarta-feira, 10 de março de 2010

Americano vende endereço 'pizza.com' por US$ 2,6 milhões em leilão



O nova-iorquino Chris Clark vendeu por US$ 2,6 milhões, em um leilão, o domínio de internet "pizza.com", que havia comprado em 1994 por US$ 20. Para comemorar, comeu pizza com a família.

Hoje o endereço hospeda um portal especializado em pizzas com localizador de pizzarias, notícias, jogos, cupons de descontos, etc.

Aqui no Brasil, é possível encontrar o serviço em uma versão simplificada no endereço www.pizza.com.br. O link para o site americano é: www.pizza.com. Compare com o nosso!

Fonte: G1

Imposto pesado para pizza e refrigerante pode reduzir os índices de obesidade?

Pesquisadores de uma universidade da Carolina do Norte nos Estados Unidos estimam que uma taxa de 18% sobre os preços das pizzas e dos refrigerantes pode ajudar no combate à obesidade dos americanos. Este novo imposto reduziria o número de até 56 calorias ingeridas por dia, fazendo com que eles perdessem até dois quilos ao ano.

A obesidade nos Estados Unidos é considerada como doença e custa ao país aproximadamente US$ 147 bilhões/ano. A pesquisa foi publicada na revista Archives of Internal Medicine e levanta discussão sobre o fortalecimento do combate à epidemia da obesidade através da alta taxação em prol da redução do consumo exagerado.

O estudo que foi coordenado por Kiyah Duffey, da Universidade da Carolina do Norte, analisou a dieta e a saúde de 5.115 jovens adultos com idade entre 18 e 30 anos durante um período de vinte e um anos (1985 a 2006). Durante esse mesmo período, os cientistas comparam o preço dos produtos e descobriram que um aumento de 10% nos preços estava diretamente ligado a uma queda de 7% no consumo de refrigerantes. Com relação à pizza, essa queda foi de 12%.

As doenças associadas à obesidade representam quase 10% de todos os gastos dos serviços de saúde dos Estados Unidos, segundo especialistas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão que regulamenta alimentos e medicamentos no país.

Em artigo publicado na revista Health Affairs, eles destacam que as taxas de obesidade aumentaram 37% no período entre 1998 e 2006, levando a um aumento de 89% nos gastos com tratamentos para doenças como diabetes, doença cardíaca, artrite e outras condições associadas ao excesso de peso. Esses aumento faz com que os gastos com a obesidade alcancem mais de 9% de todos os gastos médicos do país, comparado com 6,5% em 1998.

De acordo com os pesquisadores, mais de 26% dos americanos são obesos. Essas pessoas gastariam quase US$ 1,5 mil a mais por ano com cuidados médicos, comparados às pessoas de peso normal.

Fonte: Veja.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pizza ou torta?



Você já ouviu falar de pizza que parece uma torta? Massa grossa é a favorita das pessoas que gostam de comida com “sustância”. Eu particularmente, sempre fui adepto a comidas leves. Desde que comecei minha jornada profissional, busquei produtos que harmonizam e dão leveza. Comer bem pra mim é sinônimo de saborear um prato bem elaborado que equilibra ingredientes que se combinam e te satisfazem sem deixar uma sensação de que você acabou de engolir um búfalo.

Recentemente conheci o blog “King Arthur Flour – Bakers’ Bunter”: http://blog.kingarthurflour.com/ que ensina o passo a passo de comidinhas bacanas e fáceis de fazer. Nele, tem uma matéria sobre uma pizza de prato fundo. Isto mesmo, a pizza é quase uma torta! O autor escreve que é a preferida da cidade de Chicago (EUA).

Aqui no Brasil a pizza ganhou fama em diversos formatos e tamanhos. Com borda – recheada ou não, massa fina ou massa grossa. Pouco ou muito recheio. O fato é que tem pizza para todos os gostos.

Se você é fã da pizza ao estilo torta – daquelas que você só consegue comer uma fatia – clique no link: http://blog.kingarthurflour.com/2010/01/16/heres-the-deep-dish-secrets-of-chicagos-favorite-pizza-revealed/ e pegue a receita. O blog é em inglês, mas você pode traduzir a página com a ferramenta do Google.

Bom Apettit!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pizza dá lucro?

A Nestlé entra no mercado de pizza congelada ao comprar a parte da Kraft Foods por US$3,7 bi. Com essa operação o grupo aumenta sua participação no mercado e tomando o primeiro lugar na América do Norte. O mais importante do mundo com 37 bilhões de dólares de vendas anuais. O mercado brasileiro não se adaptou à pizza congelada. Os "loucos por pizza" daqui preferem as que são feitas e servidas no mesmo instante. Somente em São Paulo o volume de pizzarias ultrapassa oito mil com uma produção mensal de 30 milhões de redondas.


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Alex Atala vota na pizza



Os amantes da boa gastronomia contam com uma novidade recente no mercado editorial, a revista “Gosto”. Com periodicidade mensal e circulação nacional, a revista será comandada pelo jornalista J. A. Dias Lopes. Irá trazer reportagens, entrevistas, seções fixas e colunas assinadas por colunistas do Brasil (Washington Olivetto) e do mundo (o vinhateiro português, Luis Pato). Segundo Dias Lopes, o nome da revista foi inspirado no livro a “Fisiologia do Gosto”, de Brillat-Savarin.

Em sua quarta edição Alex Atala (premiado chef brasileiro, proprietário do restaurante D.O.M.) e Braulio Pasmanik (gourmet) se enfrentam na seção: Gosto se Discute. E o tema é: O que pedir no domingo à noite em casa? Então dois pratos são sugeridos: pizza ou sanduíche?

Com a visão de um chef, Atala defende a pizza ressaltando a vantagem de ainda poder ser reaquecida, ao contrário do sanduíche. Depois faz uma analogia da pizza servida no Brasil com a da Itália. Muito bem colocado, mas sem querer discutir com o chef mais famoso do Brasil, discordo quando ele fala que a pizza italiana é melhor que a nossa. Talvez ele ainda não experimentou a minha. Rsssss.

Já o gourmet Braulio Pasmanik, discute com a família – reclamando da pizza do delivery da “Camelo” quando exige o sanduíche. Coitada da mulher dele, nunca vence a discussão. Neste caso vou seguir a máxima: em briga de marido e mulher não se mete a colher. Embora eu concorde em tese com o Braulio quando diz que: “a pizza deve ser comida apenas na pizzaria”, não devo ser tão radical ao ponto de achar que nos dias de hoje não podemos contar com a comodidade do delivery para consumir essa delícia no conforto do lar. Agora, preferir um sanduíche? Acredito que o voto do chef Alex Atala é comprovadamente o mais sábio. Até porque domingo é oficialmente o dia da pizza no Brasil. O sanduba fica para outro dia. Daí então, se preferir um lanche bem calibrado, passe na padaria e faça a festa.

Pizza "Fast Food"

As ruas da Itália ganharam máquinas que preparam pizzas. O cliente escolhe a pizza e tudo é feito na hora: a massa, o molho e o recheio. Os fabricantes prometem que o produto fica pronto em três minutos.
Não sou adepto ao fast food mas acho que é um mercado a ser explorado. A pizza conquistou definitivamente o planeta. Com a praticidade exigida nos dias de hoje, a pizza tradicional acaba cedendo espaço para esse tipo de evolução. Mesmo assim, acredito que há espaço para todos. Os amantes da boa pizza - principalmente os adeptos ao movimento slow food - não deixarão de frequentar as pizzarias.

"Coisa de Americano"

Pizza com cobertura de pizza? Esse produto foi criado em 2007 na Pizza Hut. Não preciso dizer que nem os americanos aprovaram a idéia.

Planeta Pizza

Os estilos mais criativos que conheci de cortadores de pizza. Bem bacanas como utilidade doméstica. Na pizzaria usamos um modelo bem mais simples.




quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Pizza com Guaraná

Tenho verdadeira fascinação pela redonda que conquistou o planeta. Lembrar tudo que foi feito no passado sobre a pizza e registrar isso é um trabalho que me dá saudades dos bons tempos. Neste comercial de 1991, a pizza tem como coadjuvante o Guaraná Antártica. Que saudade... Dava vontade de pedir uma pizza no delivery. Era irresistível!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dica do Chef

Delivery engorda!

A universidade da Tasmânia, na Austrália, anunciou o resultado de uma pesquisa com 2.800 pessoas na faixa de 26 e 36 anos de idade, sobre seus hábitos alimentares. A pesquisa demonstrou que as pessoas que pedem comida em casa por mais que duas vezes por semana, apresentam uma tendência a engordar. No caso dos homens as “chances” chegam a 31% e das mulheres em 25%. No nosso caso, a pizza está entre os produtos mais pedidos. Se precisar pedir em casa, procure usar o serviço de entrega no máximo uma vez por semana. Prefira sempre ir a uma pizzaria em vez de consumir sua pizza a frente da televisão. E assim, queimar umas calorias. Bom apetite!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Onde tudo começou

Acredito que nasci predestinado para trabalhar com comida. Isto porque, em abril de 1941, vim ao mundo dentro de uma cozinha. Isso mesmo, nasci na cozinha da minha querida mamãe Laura (que Deus a tenha). Aconteceu de repente: a bolsa estourou dentro da dispensa e eu não quis saber de esperar. Só deu tempo de a minha mãe chamar minha irmã mais velha e correr até a cozinha:
- Luziaaaaa, o Antônio vai nascer. Ajude-me aqui!
Fui o décimo terceiro de uma família de 23 irmãos (que loucura... que falta fazia uma televisão!). Minha mãe engravidava todo ano e para ajudá-la, todos tinham suas tarefas domésticas. A minha obrigação... ajudar na cozinha, é claro! Minhas irmãs mais velhas cozinhavam e eu era responsável por fazer o pré-preparo. Naquela época não conhecia por esse nome, mas tinha que cortar, picar, fatiar, ralar e muito mais. Ou seja, preparar todos os ingredientes que comporiam o cardápio do dia. Enfim, realizar o trabalho que todos odiavam. Entretanto, depois de algum tempo fui conquistando meu espaço e não demorou muito para perceberem que a cozinha estaria melhor em minhas mãos. Foi um pouco difícil para minhas irmãs admitirem. Porém, como vivemos em um país democrático, foi voto vencido. Criei até uma horta – era uma espécie de Jamie Oliver (célebre chef britânico) mirim – onde passava bons momentos do dia cuidando dos produtos que iam a mesa atender aquele batalhão de pessoas. Meu Deus! Era tanta gente que minha mãe fazia chamada na hora do almoço – para ver se todos estavam ali para se alimentar – e na hora de dormir – para conferir se todos estavam em casa e assim poder dormir sossegada.
Em 1959, consegui um emprego em uma cantina: a Lady's Garden, na Rua José Maria Lisboa em Sampa, onde aprendi com a Dona. Luccia e seu marido Sr. Paschoale – italianíssimos – os segredos da gastronomia italiana e pude aperfeiçoar os dotes culinários.
Naquela época, não existiam supermercados, mas sim, empórios onde se encontrava todo tipo de alimento para os lares e os restaurantes que procuravam produtos exclusivos de outros países. Foi ai então que elaborei as primeiras redondas para serem vendidas nas gôndolas que aos poucos foram conquistando o paladar dos paulistanos.
Em 1963, lendo os classificados de empregos em um jornal paulistano distribuído na Rua Direita (centro de Sampa), onde costumava passear para admirar os “modernos” arranha céus, achei o anúncio do “Restaurante Camelo” (originalmente, um restaurante de comida árabe na Rua Pamplona) e achei que poderia explorar meus horizontes aprendendo o que poderia ser classificado como uma “comida muito diferente”. Para conseguir a vaga, bolei uma estratégia infalível. Éra a época da moda elegante e as pessoas andavem na terra da garoa com seus chapéus e ternos alinhados. Então, as seis da matina do dia seguinte ao anúncio, estava eu batendo à porta do endereço na Rua Pamplona 1984. Momentos depois, saiu um faxineiro que já fazia a limpesa da noite anterior e se pôs a perguntar:
- Pois não? O que deseja?
- Sou o candidato da vaga de cozinheiro que seu patrão anunciou. Gostaria de falar com ele!?! Respondi.
- Xhiiiii, meu senhor, o patrão só chega as duas da tarde...
- Não tem problema! Posso esperar aqui fora? Perguntei sem deixá-lo terminar o que falava.
- Se o senhor não se cansar... Pode esperar... Respondeu fechando a porta de ferro e seguiu murmurando:
- Gente doida...
Uma hora depois surgiu o meu primeiro concorrente com o mesmo jornalzinho embaixo do braço. E pensei, "vai ser agora", então coloquei minha estratégia em prática.
Neste momento, como estava posicionado ao lado da porta. Então perguntei com ar de segurança da casa:
- Pois não?!? Senhor! Procura alguma coisa?
- Vim por causa do anúncio. Disse o homem tentando encontrar o número da casa na fachada do restaurante.
- Lamento senhor, mas a vaga já foi preenchida. Respondi com uma dorzinha no coração... Rsssss.
- Poxa!!! Obrigado. o homem agradeceu e saiu lamentando o episódio.
Meu plano seguiu assim com todos que ali chegavam e quando me dei conta, estava sózinho aguardando aquela oportunidade.
Chega então o dono do lugar, o senhor Hassan Salum - um árabe com rosto aredondado e bigode bem aparado - que sem perder tempo perguntou:
- Só você está procurando emprego aqui?
- Sim senhor!!! Respondi seguindo o homem bem vestido que sinalizava para acompanhá-lo.
Não deu outra... O emprego era meu!!!
Daí então, passei a conhecer essa rica cultura gastronômica e preparar pratos como kibe cru, Kafta, Homus, etc. Além de preparar as famosas comidinhas – Coxinhas, Esfihas, Empadas e kibes – que faziam a alegria dos executivos que saiam dos seus escritórios no centro financeiro em busca do melhor point de happy-hour de Sampa.
A casa foi pegando fama e começou ser frenquentada por artistas, políticos, formadores de opinião e empresários. Visualizei então, a oportunidade que sempre sonhei: apresentar a “Dona Redonda” para esse público tão seleto. Sabia que era um público exigente. Por isso, tinha que ser tudo especial. Então, criei um diferencial que conquistou definitivamente os amantes da boa pizza: a massa fina. Em princípio, ela ocupava um espaço tímido no longo cardápio árabe. Mas aos poucos foi tomando espaço e dominou o ambiente forçando a troca do nome para “Pizzaria Camelo”. De lá pra cá, a criatividade na criação dos sabores foram fundamentais para manter a fama e determinar a moda a ser seguida por quem se arriscava em fazer concorrência.
Hoje, meio século depois, fico feliz em saber que a história de Sampa por muitas vezes foi marcada por conversas que tiveram início a partir de reuniões em volta das milhares pizzas servidas nas mesas da “Pizzaria Camelo”.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Primeira Copa Brasileira de Pizzarias

Há muito a mídia vem tratando muito bem o meu trabalho. Várias matérias citam meu nome como um dos ícones da pizza no Brasil e os elogios são enaltecedores. Entretanto, como todo chef que busca a excelência para satisfazer o comensal, uma dúvida sempre me perseguiu: Será que sou tudo isso que dizem?

Uma coisa é a opinião de repórteres e críticos quando você está na sua zona de conforto, isso é, dentro do seu ambiente de trabalho, outra é em uma situação inusitada onde você participa de uma competição que reúne talentos do Brasil inteiro querendo provar que estão entre os três melhores do país, ou por que não? Querendo levar o caneco de campeão do maior campeonato já realizado pela FISPAL - Feira Internacional da Alimentação - para o setor de pizzarias e neste caso, o meu coração - já calejado de emoções - fez questão de pulsar a 180 batimentos. Parecia uma maratona, mas eu coloquei na minha cabeça que tinha que passar por isso: provar para mim mesmo que toda essa fama de bom pizzaiolo era na verdade, mais que opinião formada por amantes da gastronomia, em especial, da redonda que conquistou o planeta. Então, sem cerimônias encarei o desafio!

Funciona como em um campeonato de futebol, onde cada participante inicia em uma jornada estadual. Após várias rodadas, são definidos os três melhores que representarão seu estado na final. Começa então o "Campeonato Brasileiro", onde se enfrentam os já consagrados de cada estado em busca do título que perpetuarão sua fama.
Várias etapas se seguem... é impossível ficar indiferente!!! Nesta fase, com tantos profissionais bons, a pressão aumenta... Será que vai dar??? Será que minha pizza vai agradar o paladar dos mais exigentes profissionais da área gastronômica: os jurados?!? Acho que essas perguntas não abandonam nenhuma das mentes ocupadas dos participantes.
Na semi-final, fiz uma apresentação muito tensa, onde demonstrei bastante nervosismo e quase coloquei tudo a perder. Mesmo assim, a pizza ficou impecável e conquistei então o segundo lugar na “tabela” e fui para a final.

No dia seguinte, já renovado e com uma imensa paz interior, decidi que teria que apresentar minha maior arma... a pizza de Camarão! Ficou magnífica a julgar pela cara dos jurados. Essa em especial eu finalizei com uma harmonização de ingredientes que fariam o mais exigente paladar render-se ao provar o tenro camarão que certamente se desmanchava em temperos ao tocar o céu da boca.

Não deu outra... Não dá para descrever a emoção quando se ouve: ...e o ganhador é... Acho que é algo como, ...E o “Oscar” vai para... Esse é um daqueles momentos em que você vê tudo em retrospectiva: família, carreira, etc.

Meu sincero agradecimento a todos que me apoiaram, em especial: minha família, a “Pizzaria Camelo” e a equipe da "FISPAL". Foi maravilhoso!

Assista ao vídeo do momento da premiação e a viagem à Itália como conseqüência.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vai acabar em pizza???

Depois de tanto tempo de dedicação, nosso presidente faz uma comparação dessas e detona a imagem da classe... Isso porque o termo "Vai acabar em pizza" ficou conhecido por associar que as investigações de escândalos de corrupção (CPIs) sempre terminariam em uma cofraternização com o intuito de "evitar o desgaste do governo", afinal a pizza é uma das poucas unanimidades gastronônicas capaz de reunir à mesa diversos gostos.

O surgimento deste termo data de 1950 - quando eu ainda era aprendiz de pizzaiolo - nesta época, os diretores do clube Sociedade Esportiva Palmeiras, de São Paulo, tiveram grandes discussões durante uma reunião. Após os momentos calorosos de bate-boca, os dirigentes resolveram deixar a confusão para trás e foram comer em uma pizzaria. Daí a expressão “acabar em pizza” ganhou o significado de “não vai dar em nada, vai acabar tudo na mesma”.

LAMENTÁVEL!!!