terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"Coisa de Americano"

Pizza com cobertura de pizza? Esse produto foi criado em 2007 na Pizza Hut. Não preciso dizer que nem os americanos aprovaram a idéia.

Planeta Pizza

Os estilos mais criativos que conheci de cortadores de pizza. Bem bacanas como utilidade doméstica. Na pizzaria usamos um modelo bem mais simples.




sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Campanha do Mascote Pizzailo Sadia

A “Camelo” e o “Viena” fizeram uma promoção para o lançamento da família de mascotes Sadia. Os consumidores das duas redes poderiam adquirir um dos três modelos de mascotes de pelúcia pizzaiolo, hambúrguer ou churrasco – por R$ 9,90. A parceria entre as marcas pretendia aproximar os restaurantes do seu público e faz parte da campanha “Uma família completa a outra”, da Sadia. A ação aconteceu em São Paulo. A promoção teve validade até setembro ou enquanto durassem os estoques. Na Camelo, o mascote pizzaiolo, foi o primeiro a esgotar. Sorte de quem esteve lá e conseguiu o seu!

Achei a ação muito bacana, que por trás da campanha reforça o reconhecimento de uma grande marca por produtos - como a pizza - que caíram na graça dos paulistanos. Para mim, é como uma homenagem!

Abaixo, outro anúncio incluindo a hamburgueria "The Fifties". Fazendo jus ao mascote com o hamburguer.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Europa faz da pizza napolitana uma especialidade protegida

Os países da União Europeia decidiram na última quarta-feira (9) conceder à pizza o rótulo de Especialidade Tradicional Garantida (ETG), em inglês fica Traditional Specialty Guaranteed (STG). De acordo com o ministério da Agricultura italiano, o certificado serve para proteger a especialidade conhecida internacionalmente de imitações. A partir de agora, para obter o certificado, as pizzas terão de reunir um conjunto de características pré-estabelecidas, como o peso, o tamanho, os ingredientes, a preparação e, acima de tudo, ser confeccionada num forno a lenha. Automaticamente, os produtos congelados ficam excluídos.

A Comissão Europeia anunciou que a decisão não proíbe aos fabricantes denominar "napolitanas" as suas pizzas, mas apenas os mais fiéis às exigências europeias poderão usar o distintivo STG e o logotipo que define a verdadeira pizza.

A pizza napolitana tem uma borda realçada de cor dourada, típica dos produtos cozinhados ao forno; a massa é macia, dobra-se facilmente e possui um sabor particular graças à combinação de seus ingredientes: tomate, muzzarela de búfala, azeite, sal e alfavaca fresca para a "marguerita"; ou tomate, orégano e alho, em outra versão.

Particularmente, tenho muito respeito à cultura gastronômica italiana. Entretanto, acredito que a pizza paulistana faz muito mais sucesso mundialmente. Até mesmo na Itália pude verificar a falta de padrão deste prato nas cidades. Na verdade, percebi que a única que se orgulha desta pizza é Nápole (vai saber por que!?!). Até aqui em Sampa, já recebi milhares de italianos natos dizendo não haver comparação à qualidade da minha pizza com a “porcaria italiana” – palavra deles!

Bom, discussões a parte, vou fazendo minha consagrada pizza e deixo vocês decidirem. Se acharem que as imagens não são suficientes... Venham me visitar que provo para vocês quem é melhor, rssss.

Curiosidade: A pizza tal como é conhecida na atualidade teve sua origem em Nápoles, no século 17.

A célebre "pizza marguerita" é, além disso, um símbolo nacional, desde que no ano de 1889 foi criada, especialmente, para Margarita de Saboya, primeira rainha da Itália unificada, e seus ingredientes (tomate, mozzarella e manjericão) formam as cores da bandeira nacional italiana.

Minha versão da pizza "Marguerita" - paulistana é claro! - em uma peça publicitária.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Administrando com a Alma

Liderar envolve influenciar as pessoas para que trabalhem num objetivo comum. Trabalhar, ou liderar, pessoas é uma tarefa árdua, em que mais depressa se detectam os fracassos do que os sucessos, já que no primeiro caso toda a empresa se poderá ressentir, no segundo o mérito é geralmente assumido de forma solitária.
No ambiente de um restaurante, posso dizer sem dúvidas que o setor mais complicado de administrar é a cozinha. Alguns chefs renomados mostram em seus programas de televisão a complexibilidade de domar esse ambiente. E os exemplos não são poucos: o Jamie Oliver – famoso chef inglês - criou um programa de capacitação para jovens adultos problemáticos com finalidade de ensinar a arte de cozinhar e tirá-los da vida problemática que levavam. Bom, não preciso dizer quem teve muitos problemas nesta história. Já outro que frequentemente perde a cabeça é o chef Ramsey Gordon que tenta ressuscitar restaurantes a beira da falência - na maior parte das vezes, por culpa dos proprietários pela falta de gestão e descaso total dos funcionários – fazendo uma legítima virada de mesa. Na maioria de seus programas o chef Ramsey constata que há um despreparo e porque não dizer: um relaxo com a preparação dos pratos que servem os comensais. Muitos “profissionais”, não têm o bom senso de entenderem que estão trabalhando com saúde pública. Isso mesmo, pessoas podem morrer se ingerirem produtos contaminados ou vencidos. Não sei se vocês já assistiram, mas o chef Ramsey quer matar o cara, quando ele vê essas atrocidades. Não é pra menos!
Na gestão, não basta apenas ser uma pessoa boa é necessário que tenha nascido para vencer, vitória essa que está relacionada com a busca constante de desafios, com a coragem de mobilizar-se, de assumir seu papel diante de seus pares, de seus colaboradores e de seus supervisores. Liderar envolve influenciar as pessoas para que trabalhem num objetivo comum e desenvolver talentos. Esse último é o ponto mais complicado: como liderar talento? Para se ter sucesso, é preciso alimentar o talento individual. Acredito que cada ser humano tem um talento, só precisa ser descoberto e trabalhado. O problema é que as pessoas parecem não se importar com o crescimento profissional. É comum ouvir uma pessoa dizer: eu não fui contratado para pensar. Ora, desde a Grande Depressão - criada na quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, em 1929 - as teorias da administração criaram novas perspectivas, visto que buscavam conhecer as atividades e sentimentos dos trabalhadores e estudar a formação de grupos. Começou-se então a pensar na participação dos funcionários na tomada de decisões e na disponibilização das informações acerca da empresa a qual eles trabalhavam. A realidade é que alguns trabalhadores entenderam isso e cresceram com as empresas, outros continuaram culpando o governo pelos problemas que enfrentavam na vida e mantiveram a cultura enraizada da Teoria Clássica, e assim trabalham de forma muito mecânica. Ai então, como cultivar o talento?
O problema é ainda maior pelo fato de que o clima na cozinha é muito pesado e não ajuda neste pensamento. Isto é, a temperatura dos ambientes é altíssima – imagine o que é trabalhar na frente de um forno com temperatura média de 450 graus centígrados com a pressão de ter que dar conta dos pedidos de uma demanda aproximada de mil pessoas que visitará o restaurante naquele dia - a cobrança do salão é implacável. A sincronia do trabalho, alinhada à sinergia da brigada (equipe) tem que estar em sintonia como em uma orquestra sinfônica onde o maestro é fundamental para controlar o ritmo sem perder a harmonia. Neste caso, a função do chef, vai além de comandar o ambiente. Ele deve conhecer cada um de seus comandados para saber como torná-lo um elemento produtivo, pensante e desenvolvedor de seu próprio talento. Para alcançar isso, não administro os talentos somente com a mente e o coração – uma equação de razão e emoção – uso o sentimento da alma. Para isso, deixo manifestar os diversos afetos da minha alma ao reger o som desta orquestra maravilhosa que é a cozinha.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Pizza com Guaraná

Tenho verdadeira fascinação pela redonda que conquistou o planeta. Lembrar tudo que foi feito no passado sobre a pizza e registrar isso é um trabalho que me dá saudades dos bons tempos. Neste comercial de 1991, a pizza tem como coadjuvante o Guaraná Antártica. Que saudade... Dava vontade de pedir uma pizza no delivery. Era irresistível!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dica do Chef

Delivery engorda!

A universidade da Tasmânia, na Austrália, anunciou o resultado de uma pesquisa com 2.800 pessoas na faixa de 26 e 36 anos de idade, sobre seus hábitos alimentares. A pesquisa demonstrou que as pessoas que pedem comida em casa por mais que duas vezes por semana, apresentam uma tendência a engordar. No caso dos homens as “chances” chegam a 31% e das mulheres em 25%. No nosso caso, a pizza está entre os produtos mais pedidos. Se precisar pedir em casa, procure usar o serviço de entrega no máximo uma vez por semana. Prefira sempre ir a uma pizzaria em vez de consumir sua pizza a frente da televisão. E assim, queimar umas calorias. Bom apetite!